A América do Sul sempre me surpreendeu positivamente e dessa vez não foi diferente.  O plano para conhecer a Colômbia surgiu de repente e foi provavelmente a viagem em que menos planejamos os detalhes, se deixando levar pelo calor, literalmente, caribenho.

Fiz a viagem com a Ana, minha namorada e parceira número 1 de aventuras e experiências ao redor do mundo.
Queríamos praia, sombra e água freca e por isso focamos a viagem em Cartagena e San Andrés, onde esperávamos re-encontrar os 7 tons de azul do mar caribenho, guardado com carinho nas nossas lembranças de Cayo Largo, em Cuba.
Foram 2 dias inteiros em Cartagena, desfrutando do ambiente mais histórico e de cidade, para então curtir as praias em San Andrés por 5 dias.



Minha viagem ao oriente foi motivada e patrocinada pela empresa onde trabalho, para acompanhar o início de produção de um dos meus projetos. A minha primeira visita para o lado de lá do meridiano de Greenwitch e por isso sou extremamente grato pela oportunidade.

Mesmo dispondo de pouquíssimo tempo para explorar as cidades onde me hospedei, basicamente 1 dia completo em Hong Kong e uma tarde em Shunde, na China, tentei extrair o melhor e trazer as dicas para vocês que tem planos de viajar para esses dois países e conhecer suas inúmeras atrações.

A importância histórica e econômica da China e de Hong Kong, que atua como um país independente mas reporta politicamente à China, é imensa. Basta olhar para o PIB do primeiro, acelerando para tomar a posição dos EUA nas próximas décadas e saindo de uma condição rural há 30 anos atrás para uma potência comercial. Claro, muita evolução ainda está por vir porém não tira o seu mérito de jogar bem com as cartas do mundo.



Conhecida como “Paris dos Trópicos” no início do século XX, durante a época áurea da borracha, Manaus e seu manto natural, a floresta Amazônia, passaram por grandes mudanças socio-econômicas ao longo da história do Brasil. A região, povoada originalmente pelos indígenas Manaós, Barés e Tarumãs, foi oficialmente fundada em 1669 pelos portugueses, com a construção do forte de São José da Barra do Rio Negro.

Posterior ao período colonial e império, já no Brasil república se tornou o centro mundial da exploração da borracha, suprindo a crescente indústria mundial, especialmente na Europa e EUA. O resultado desse crescimento não só beneficiou a economia local como todo o cenário social, trazendo desenvolvimento na área da saúde, das artes, além de importantes decisões políticas para dentro da Amazônia. Mudas foram levadas para serem plantadas em outras regiões e aumentar a oferta da borracha, diminuindo seu preço globalmente. Junto com as mudas também levaram a promessa de um desenvolvimento sólido e contínuo, que acabou se convertendo no contrário e num baque para a cidade e todos que dependiam do comércio da borracha.
Após a criação da Zona Franca de Manaus em 1960 o progresso retornou à cidade, com indústrias de tecnologia inundando a região e impulsionando novamente investimentos e qualidade de vida dos moradores.


Começo este novo post agradecendo ao Guilherme Martinhon, por ter dedicado um tempo considerável durante sua viagem para anotar essas dicas práticas para os aventureiros das terras caboclas, de muito valor para todos que desejam visitar esses países em um futuro próximo.

Convidei-o como um colaborador do blog assim como fiz com outras pessoas amantes de viagens. A ideia é tornar o blog mais colaborativo e diverso, aumentando a frequência das postagens, assim como a diversidade nos estilos de escrita e pontos de vista, enriquecendo o conteúdo disponibilizado para vocês, caros leitores! Espero que gostem.



Saindo do Uruguai, chegamos na Argentina via Buquebus, um pacote um pouco mais caro que as concorrentes mas que por fim foi uma escolha segura com bom custo-benefício. Inclui um ônibus de Montevidéu até Colonia e, nessa mesma cidade, a travessia de barco até a Buenos Aires. Há também as empresas SeaCat e Colonia Express.

Chegando em BsAs, retornamos ao ritmo cosmopolita usual, Montevidéu havia sido bem guardada na memória e agora era o momento de pegar o bonde já em movimento. Ficamos hospedados no Hostel Sabatico, a 2,5km do centro. A localização era boa e conseguimos nos locomover para todos os cantos facilmente de ônibus ou táxi. O único problema do Hostel foi que dedetizaram o nosso quarto no primeiro dia, com nossas coisas dentro, em lockers debaixo da cama que não impediram o veneno de chegar até as mochilas. Depois de toda a confusão ganhamos a lavagem de graça de todos nossos pertences e de quebra ficamos imunes a qualquer tipo de inseto ou efermidade pelo resto da viagem. :)



Com o advento da tecnologia no final do século XX e seu aumento progressivo nos anos seguintes, o ser humano passou a interagir socialmente de maneira diferente em comparação às gerações anteriores, se comportando de forma líquida e veloz, principalmente ao usufruir ativa e passivamente da informação. Essa característica, exposta e defendida por Bauman, traz luz às tendências futuras e motiva novos estilos de escrita.

Esse primeiro parágrafo em tom formal/irônico é na verdade a razão real por eu estar fazendo um experimento no estilo de escrita das minhas viagens. Para aqueles que me conhecem e já leram outros relatos, sabem que eu gosto de entrar nos detalhes e esmiuçar as experiências, em contrapartida, sempre fui adepto ao novo. Dessa forma, irei alternar de acordo com a quantidade de informação e tempo disponível para escrever. Esperam que curtam esse estilo “moderninho”, dividido em tópicos.


Em nossos últimos dias em Cuba resolvemos fazer o passeio até Piñar del Rio e Viñales, região ao oeste da Ilha, famosa pela suas características naturais ideais ao cultivo de tabaco.

Para quem tem ideia de fazer esse passeio em um dia, recomendo contratar o tour em qualquer uma das agências nos hotéis mais famosos, como Inglaterra, Plaza ou Ambos mundos, sempre procurando os guichês das agências. Os preços são tabelados então muita barganha não funcionará nesse caso – 70 CUCs.

Saímos cedo da frente do Hotel Santander e seguimos para oeste passando por El Vedado, os hotéis na Avenida 5ta e então entrando na autopista A4.
A guia era bastante comunicativa e descreveu muito bem alguns detalhes da sociedade e economia em Cuba, os quais menciono nos posts de Trinidad e Havana. Também enumerou os motivos da região de Viñales ser apta a produzir o tabaco dos melhores charutos do mundo, que são três fatores: